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Thursday, November 27, 2003

E lá fui eu à Lusotransplante 

Depois de me ter inscrito através do formulário da Lusotransplante, recebi uma carta onde me muito gentilmente me pediam para ir tirar sangue, de forma a poder ficar em base de dados como potencial doadora de medula óssea.

Fui, dei sangue.

Dei um bocadinho de mim hoje que, talvez, (com sorte) faça a diferença para quem tanto precisa.

E com isto senti-me bem. Muito bem. Oxalá possa ser útil!

Façam o mesmo. Não custa mesmo nada.

E faz a diferença toda. Não é isso que queremos da vida?

Monday, November 24, 2003

Rentabilizar e Reduzir o Desperdício... a Qualquer Preço! 

Este artigo saiu no Público de 20 Nov. Para os que não tiveram oportunidade, por favor LEIAM, com carácter de urgência. Amanhã, ou hoje, pode ser qualquer um de nós. Foi a Jacky do Blog Palavras em Férias que me alertou para esta história. Que podemos nós fazer?! Reflectir e talvez... chorar.

Um Dia em Santa Maria, por JOSÉ VÍTOR MALHEIROS
11 de Novembro de 2003

São 11h45 quando entro na Urgência do Hospital de Santa Maria, a acompanhar um familiar que sofreu uma queda. Mandam-nos para uma sala de espera e dizem-me que temos de esperar que nos chamem para ir à triagem. Um quadro branco afixado na parede tem escrito em cima "Tempo de espera". Na coluna da esquerda tem escritos os códigos que representam a gravidade de cada doente ou acidentado: "Vermelho", "Laranja", "Amarelo", "Verde", "Azul". À frente de cada cor, na coluna seguinte, está assinalado o tempo médio de espera. À frente de "Verde" está escrito "35 minutos", todas as outras cores têm um traço à frente. Pergunto o que significa o traço. Quer dizer que não há tempo de espera? Que não se sabe? Dizem-me que quer dizer que não há qualquer espera. Mas a sala de espera está cheia! A empregada no balcão de informações encolhe os ombros e volta-se para um recém-chegado.

As pessoas na sala de espera começam a desfiar as suas queixas para o ar. Uma delas espera há uma hora, outra quase há três. Volto ao balcão de informações e pergunto como se explica a diferença entre o quadro e a realidade. A funcionária finge que não me ouve mas um segurança explica-me que o tempo marcado na tabela é o tempo que leva um doente da triagem até ser visto pelo médico. O tempo que se espera até à triagem não é contabilizado. É excelente para as estatísticas! Tão bom como a maneira de contabilizar as listas de espera de cirurgia - só se contam os casos que se quer, da maneira que se quer, até se chegar a um número confortável.

Às 12h50 um enfermeiro vem actualizar o quadro. Apaga os 35 minutos que estavam na mesma linha que "Verde" e escreve um traço. Digo-lhe que estou à espera há uma hora e cinco minutos e que o seu quadro é uma fraude. Responde-me a mesma coisa que o segurança: o quadro mede o tempo desde a triagem até ao médico. Repito-lhe que o quadro induz os utentes em erro e que não passa de uma fraude. Responde-me que é enfermeiro, que não lhe compete ouvir a minha reclamação, que posso falar às funcionárias no balcão de atendimento.

Às 13h20 chamam o nome do meu familiar. Entramos na triagem. Um interrogatório sumário, uma medida de tensão, nenhuma observação. Regresso à sala de espera. Chamam-nos de novo passados quatro minutos. Uma hora e 40 minutos depois de ter visto escrito preto no branco que na Urgência de Santa Maria ninguém espera sequer um minuto para ser atendido, vemos à nossa frente o primeiro médico.

Interrogatório, exame, a papeleta começa a encher-se de pedidos de exames, de análises, de notas. Do médico passamos para uma sala de tratamentos. Às 14h00 o meu familiar é enviado para o Serviço de Observação, onde já não o posso acompanhar. Dizem-me para esperar no corredor, pois um médico virá falar comigo, para me pedir pormenores da história clínica. Espero meia hora, uma hora, duas horas. Ando de um lado para o outro frente ao guichet da enfermeira para que veja que estou por ali, de vez em quando pergunto quando poderei falar ao médico, peço informações. A dada altura a enfermeira, sempre delicada, explica-me que é mais urgente tratar os doentes que falar aos familiares. Claro que concordo, mas os dados da história clínica não serão necessários?

Às 17h30 vejo passar, numa maca, a pessoa que acompanho. Dizem-me que vai fazer uma ecografia e uma TAC. Posso acompanhá-la se quiser. Deixam-nos na sala de espera da Imagiologia. Um pouco depois das 19h00 faz a ecografia. Às 19h13 vai fazer a TAC.

Estamos no hospital há sete horas e meia mas a tabela afixada na urgência diz que o nosso tempo de espera é zero minutos. Nunca saberei quanto tempo demoraria todo o processo até ao diagnóstico porque a minha mãe morreu na mesa da TAC durante o exame.

Tuesday, November 18, 2003

(...) 

O Alberto era doente renal crónico. Depois de anos de hemodiálise, conseguiu ser transplantado. Hoje vive bem com o rim que não lhe pertence, mas que lhe trouxe vida nova e a possibilidade de fazer coisas que antes lhe estavam proibidas. Lembro-me de uma noite em que fui visitá-lo e ele me mostrou vários álbuns de fotografias. Tinham sido todas tiradas em fins de semana, as 48 horas de liberdade que a doença lhe concedia, já que, devido à hemodiálise, não se podia afastar muito do hospital. Lembro-me da alegria nos olhos do Alberto enquanto me mostrava aquelas fotografias – eram os momentos em que era livre, saudável, normal. Naquelas alturas não dependia de nada ou de ninguém.

Depois das fotografias falámos das semanas no hospital e o Alberto disse-me uma coisa que nunca irei esquecer. Disse-me que havia três épocas no ano em que os doentes à espera de transplante ganhavam nova esperança: Páscoa, férias e Natal. Referia-se aos acidentes de viação que ocorrem em maior número nessas épocas. Primeiro senti-me chocada. Como pode um ser humano ter esperança na morte de outro? Depois compreendi e hoje compreendo melhor do que nunca.

O Alberto soube quem foi o seu dador. Um rapaz de 18 anos que sofreu um acidente de mota. Excesso de velocidade. Nunca o esquece, tenho a certeza. Nessa noite, falámos dele também, doador involuntário de vida que nunca conhecemos, mas que estava ali tão presente como nós.

Sónia, Memorial do Convento

(...) 

Tal como aconteceu aquando da Acção Leucemia, tive uma grande dificuldade em encontrar a abordagem mais correcta para falar desta questão, desta guerra civil como lhe chamam – infelizmente, a figura não podia ser mais apropriada. Se estamos demasiado próximos da causa, tendemos a ser apaixonados e arrebatados no discurso, se, pelo contrário, nunca fomos tocados por esta dor (embora não consiga imaginar alguém a quem o tema possa deixar indiferente), corremos o risco de ser demasiado distantes.

Até à data, não sofri nenhum acidente, nenhum dos meus familiares ou amigos passou por essa experiência. Já perdi pessoas queridas, mas não desta maneira estúpida, súbita, inexplicável. Nenhuma morte faz sentido e todas são inesperadas e brutais, mas perder alguém que se ama num acidente deve ser muito pior do que quaisquer palavras possam descrever.

Não me apetece dissertar sobre as causas dos acidentes nas estradas portuguesas. Mau estado das estradas? Talvez em alguns casos. Má vigilância e legislação branda e omissa? Sim, mas que raio de seres somos nós que precisam ser constantemente vigiados e sentir a Lei como uma ameaça em vez de uma protecção? Comportamento irresponsável por parte de alguns condutores? Sim, inclino-me mais para este motivo, embora não consiga perceber que gozo retiram algumas pessoas de desligar as luzes e acelerar por uma via pública em alta velocidade, ou andar em autoestradas em contra-mão, ou simplesmente acelerar o motor ao limite indiferentes ao facto de que não estão sozinhos na estrada.

A coisa mais parecida com uma explicação para estes casos foi dada há uns anos pelos realizador David Cronenberg no filme “Crash”. Um instinto, básico, primário, directamente ligado à libido, ao prazer e afirmação sexual. O ser mais do que o resto do mundo, ter a nossa vida e as vidas alheias nas mãos e sacrificá-las ou poupá-las conforme a nossa vontade. Será qualquer coisa parecida com isto? Talvez, mas hoje não importa falar dos assassinos, mas das vítimas. Dos que deixaram de viver, daqueles para quem a vida nunca mais pode ser igual e dos outros, os que não estavam no carro ou na rua, mas para os quais a vida terá sempre uma sombra de morte.

Por todos eles é nosso dever celebrar a vida, ontem, hoje e sempre no futuro. Celebrá-la cada vez que nos apetecer carregar um pouco mais no acelerador, porque estamos entediados, zangados ou simplesmente porque comprámos um carro novo e queremos explorá-lo e exibi-lo. Celebrar a vida pensando duas vezes antes de nos sentarmos ao volante depois de termos bebidos uns copos, apesar de nos sentirmos bem.

Há muito mais que gostaria de dizer mas não consigo. É difícil trocar sentimentos por palavras, fica-se sempre a perder.

Sónia, Memorial do Convento

Sunday, November 16, 2003

Dia Europeu em Memória das Vítimas de Acidentes Rodoviários II  

Por vezes, quando desço a escada do prédio onde moram os meus pais, ao passar pelo 1º direito, vem-me um cheiro a torradas. Não umas torradas quaisquer, mas torradas feitas com pão alentejano, bem tostadas. Ainda me lembro do barulho da faca a raspar o excesso de queimado, para logo a seguir encher ambos os lados de manteiga que se derretia e escorria para o prato. Tenho esta lembrança desde pequeno. Desde que me lembro. Cresci naquele prédio. Os vizinhos eram como família.

No 1º andar direito, moravam a Alice e a Marta, mãe e filha. A Alice era uma senhora alentejana, muito bem disposta, sempre alegre. A Marta é da minha idade, andámos juntos na escola, fomos nomeados namoradinhos de infância. Por vezes, eu, a Marta, a minha mãe e a Alice saíamos. Íamos passear. No Verão íamos até à mata de Benfica, ou passear pelos campos floridos da Venda Nova (quando ainda eram campos e quando ainda eram floridos). Muitas vezes, de manhã, após as compras, acabávamos em casa da Alice a beber café com leite e a comer aquelas torradas deliciosas, cujo cheiro se entranhou na minha memória.

O pai da Marta, morreu quando tínhamos 14 anos. As duas irmãs casaram e saíram de casa. Naquela casa, viviam apenas as duas, mãe e filha. Uma completava a outra, uma fazia companhia à outra. Passaram-se anos assim. Eu e a Marta crescemos, as nossas mães amadureceram, os nossos laços mantiveram-se.

Um dia, ao chegar a casa, vindo do trabalho, a minha mãe com os olhos húmidos diz-me que a Alice morreu. Não quis acreditar. A Alice transmitia saúde a quem a visse. Como poderia ter morrido? Mas morreu. Não de doença, mas devido à incúria de um automobilista. Morreu, sem qualquer aviso, atropelada numa passadeira para peões quando chegava a casa após mais um dia de trabalho. Atropelada, arrastada alguns metros, numa rua a subir e com bastante inclinação, por um condutor distraído. Morreu ali. O condutor, nem sequer tinha seguro...

A Marta ficou sozinha, apoiada pelas irmãs, pelos vizinhos, pelos amigos.

Quando o cheiro de torradas paira no ar, penso na Alice e na sua morte...

Memorial do Convento

Dia Europeu em Memória das Vítimas de Acidentes Rodoviários III  

Aos 16 anos pediu ao pai para lhe comprar uma motorizada. Queria ter uma. Não lhe fazia falta, era apenas para gozo pessoal. O pai negou-lha, porque era perigoso, e depois, porque não lhe fazia qualquer falta.

Passados dois anos, aos 18, fez o exame para a atribuição da Licença de Condução para Velocípedes com motor. Pediram-lhe que fizesse a trajectória de um oito e que identificasse 4 ou 5 sinais de trânsito, dos mais conhecidos e passaram-lhe a licença.

Como queria começar a trabalhar de dia e estudar à noite, o pai fez-lhe então a vontade: comprou-lhe uma acelera, uma Yahama CT 50 S (Supersport), novinha, vermelha, linda. A mãe ficou preocupada, o pai alertou para o perigo. Cerca de 8 meses antes, o tio tinha morrido de acidente de mota.

Os meses foram passando, algumas quedas aconteceram, um embate contra um automobilista que teimou em não parar num STOP, nada de mais, nada de grave.

No dia 28 de Abril de 1992, cerca de 6 meses depois da compra, vendo que o seu colega de trabalho não aparecia e que começava a fazer-se tarde, acabou de beber o seu café, e agarrando na acelera fez-se ao caminho. Não chegou a fazer 500 metros. Numa curva descendente, e após espreitar, acelerou a fundo e tentou ultrapassar um autocarro.

Não viu o carro que vinha em sentido contrário. Quando deu por ele, já era tarde demais. Tentou desviar-se para um descampado do seu lado esquerdo, mas que atitude estúpida!... Seria para aí que o carro se iria desviar. Deu-se um embate frontal. Foi cuspido, partiu com as pernas o guiador da acelera, foi contra o pára-brisas da viatura, passou por cima da mesma e estatelou-se no chão, a cerca de 10 metros do local do acidente.

Seguiu-se o pânico. Não, não tinha morrido. Nem sequer chegou a perder os sentidos, embora tenha estado lá perto. Juntaram-se várias pessoas, chegou a ambulância. O sangue escorria-lhe pela cara. Apesar de usar um capacete integral (todo fechado), sofreu diversos cortes. Mas o que preocupava não era isso. A perna direita estava virada ao contrário... literalmente. Não se via sangue, apenas se via a perna virada para fora, completamente torcida.

O pessoal da ambulância tomou os cuidados necessários para o transporte, tala na perna, pensos, colar, e fizeram-se à estrada. Chegado à urgência do hospital de Sta. Marta, percebeu que não iria para casa com a perna engessada como esperava.
-Foi de mota ??
-Sim.
-Vocês não têm juízo. Antes de comprar essas porcarias deviam ir a Alcoitão ver o que se passa lá.

Engoliu em seco, e viu a radiografia da sua perna. O fémur, apenas o osso maior e mais resistente do corpo humano, estava partido em dois sítios, tendo o intervalo entre as fracturas, de alguns centímetros, quase que desaparecido, restando apenas pequenos pedaços. Parecia que o osso que existira ali se tinha desintegrado.
-Vais ter de ser operado.

Chorou. Era a primeira vez que seria operado a alguma coisa. Como a equipa de banco só operava às 3ªs feiras, esperou quase um mês pela cirurgia. As dores, os nervos por vezes insuportáveis, eram combatidos com Valium, Xanax e muitos, muitos analgésicos por via endovenosa. A posição, com a perna sob tracção, levantada, engessada, com um ferro a atravessar o osso, perto do joelho, para manter o comprimento do fémur e evitar um início de calcificação fora do sítio, era díficil de suportar. Mas teve de o ser.

Foi operado a 27 de Maio de 1992. Correu bem. Colocaram-lhe uma cavilha no interior do osso, desde o colo do fémur até ao joelho. Iniciou-se então o período mais difícil. Duas semanas depois da operação, saiu do hospital de Sta. Maria, directamente para o Hospital da CUF onde iria ser seguido e onde faria a recuperação e a fisioterapia. Atendido por um médico de clínica geral, foi-lhe dito que o que lhe fizeram em Sta. Maria não estava bem feito. Provavelmente teriam de tentar outro método. Mas, antes de qualquer medida, devia ir lá outra vez no dia seguinte para ser atendido por um ortopedista. E assim foi... no dia seguinte apresentou-se novamente na CUF, de lágrimas nos olhos e ansioso pelo veredicto. O Dr. Ricciardi, o ortopedista, disse que na sua opinião a equipa de Santa Maria tinha feito um excelente trabalho e estava convicto de que tudo ia correr bem.

Iniciou logo no dia seguinte, a fisioterapia de modo a recuperar os movimentos, a força e a massa muscular. O joelho praticamente não dobrava. A perna mantinha-se quase direita. Logo no primeiro tratamento, fartou-se de morder uma ligadura, enquanto as lágrimas lhe escorriam pela cara. Ele deitado de barriga para baixo. A fisioterapeuta, sentada em cima dele, a agarrar-lhe na perna e a puxá-la, provocando dores horríveis. Logo na primeira sessão quis desistir. Não estava para sofrer mais. Preferia ficar assim, com a perna presa direita a ter de passar por aquilo outra vez. Mas passou. Passou por aquilo e muito mais.

Em Dezembro, 8 meses depois, voltou a pisar o chão, primeiro apoiado apenas por uma canadiana, depois, em Janeiro pode finalmente largar tudo e voltar a andar com as suas duas pernas.

Em Maio de 1993, foi novamente operado para que lhe fosse retirada a cavilha e tudo se repetiu. Mas, desta vez, tudo foi muito mais rápido e em dois meses a situação ficou resolvida.

Esta história apesar de tudo acabou bem. Nem todas acabam assim. Apesar de ter sofrido - e acreditem que sofri bastante - fiquei vivo para contar a história e praticamente sem sequelas, se descontarmos uma cicatriz na anca.

Memorial do Convento

Dia Europeu em Memória das Vítimas de Acidentes Rodoviários I  

Hoje, dia 16 de Novembro, a Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados, evoca o Dia Europeu em Memória das Vítimas de Acidentes Rodoviários. Neste dia vai ser deposta uma coroa de flores, junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade em Lisboa, pela 11 horas, prestando assim uma homenagem aos milhares de mortos da grande guerra civil que todos os dias se trava nas estradas portuguesas.

Todos nós já convivemos de perto com este flagelo que é a sinistralidade, através de familiares, amigos, conhecidos ou até através de nós próprios. Eu considero que as vítimas de um acidente rodoviário não são apenas as vítimas mortais. São também as suas famílias. São também aqueles que não morrendo, ficam de alguma forma afectados pelo acontecimento. A sinistralidade rodoviária é um problema social, é um problema de todos nós. Todos somos potenciais candidatos a ser mais um número na estatística. A consciencialização de todos tem de ter origem em cada um de nós.

Memorial do Convento

Tuesday, November 11, 2003

DESAPARECIDA 



Diana Ventura

Está é a filha de um amigo nosso que foi "roubada" ontem.
Se agirmos rápido, repassando a foto e a informação, talvez possamos
encontrar a menina. É a filha de dois colegas nossos (Grupo BCP).
Obrigado
Livia Ferreira.



Os pais da menina estão desesperados, a menina desapareceu
ontem, fazendo-se acompanhar por uma senhora que se diz ser sua mãe, caso
tenham conhecimento do seu paradeiro é favor contactar: ANA VENTURA ou
ANTÓNIO VENTURA pelos telefones: 9652 79224 ou 9175 97271.

(mail recebido de Teresa Matoso)

Monday, November 10, 2003

(SOBRE) VIVER COM ARTRITE JUVENIL 



o carinho, uma constante
o respeito, como regra
a felicidade como obrigação

* ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DOENTES COM ARTRITES E OUTRAS DOENÇAS REUMÁTICAS INFANTIS E JUVENIS (ANDAI)

Testemunhos de:

Mariana Pinote
Andreia Filipa
Maria de Lurdes (Mãe)

Sunday, November 02, 2003

Caridade - Um Apontamento Humorístico ou Reflexo da Realidade?! 

Uma instituição de caridade nunca tinha recebido uma doação de um dos advogados mais ricos da cidade. O director da instituição decidiu ir falar com o advogado:
- Os nossos registos mostram que o senhor ganha mais de 1 milhão de
Euros por ano, e mesmo assim nunca fez uma pequena doação para a nossa instituição. O senhor gostaria de contribuir agora?
O advogado respondeu:
- A sua pesquisa apurou que a minha mãe está muito doente e que as contas médicas são muito superiores à renda anual dela?
- Ah, não! - murmurou o director.
- Ou que o meu irmão é cego e desempregado? - continuou o advogado.
O director nem se atreveu a abrir a boca.
- Ou que o marido da minha irmã morreu num acidente e deixou-a sem um cêntimo e com 5 filhos menores para criar? - disse o advogado já com ar de indignação.
O director já sentindo-se humilhado disse:
- Eu não tinha a menor ideia de isso...
- Então - disse o advogado - se eu não dou um cêntimo a eles, porque iria dar a vocês?

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